“Cansaço, cansamento, s. m., canseira, s. f. Fadiga excessiva.”
O cansaço apodera-se de mim, o cérebro tende a perder a sua força. Sinto-me fatigado mentalmente. As preocupações, o trabalho e o raciocínio constante teimam em acabar com as últimas gotas de “combustível cerebral”. O físico mantém-se de feição, porém as ideias e as palavras tende a sair confusas, desvanecidas e trocadas. Sinto a cabeça a latejar, parece-me inchada dentro da cavidade cerebral, não a consigo descansar, há sempre algo que me preocupa e não me deixa relaxar. Porém não posso parar, comprometi-me para com um objectivo, um objectivo de “equipe”, a formação com quem tenho partilhado muito da minha vivência nos últimos tempos. Muitos são os bons momentos passados, porém a meta temporal traçada por nós parece caducar as mentes que lá andam, estamos confusos, por vezes não sabemos o que compomos e o que vamos concluir. Apetece-me descansar, só pedia 2 ou 3 dias fora daqui, porém não será agora que o vou fazer. Apetece-me desistir, mas não o vou fazer, por mim e por vós.
“Desinteresse, s. m. Desapego, Abnegação”
O desinteresse voltou a imperar na minha mente. Perdeu-se o efeito de novidade, as esperanças desvanecem, os olhares não se cruzam, os sorrisos desapareceram, as suposições esfumam-se com o tempo. Tudo isto me parece repetitivo, já o faço há muito tempo, e por muitas vezes. Acaba sempre do mesmo modo, começo a fraquejar. Teima em não mudar, não sei o que fazer. O desinteresse apodera-se de mim. E está em mim quando me olham, e pensam em me “escolher”. Perco as forças, não consigo lutar mais…já lá vai muito tempo…já não consigo afigurar.
O cansaço apodera-se de mim, o cérebro tende a perder a sua força. Sinto-me fatigado mentalmente. As preocupações, o trabalho e o raciocínio constante teimam em acabar com as últimas gotas de “combustível cerebral”. O físico mantém-se de feição, porém as ideias e as palavras tende a sair confusas, desvanecidas e trocadas. Sinto a cabeça a latejar, parece-me inchada dentro da cavidade cerebral, não a consigo descansar, há sempre algo que me preocupa e não me deixa relaxar. Porém não posso parar, comprometi-me para com um objectivo, um objectivo de “equipe”, a formação com quem tenho partilhado muito da minha vivência nos últimos tempos. Muitos são os bons momentos passados, porém a meta temporal traçada por nós parece caducar as mentes que lá andam, estamos confusos, por vezes não sabemos o que compomos e o que vamos concluir. Apetece-me descansar, só pedia 2 ou 3 dias fora daqui, porém não será agora que o vou fazer. Apetece-me desistir, mas não o vou fazer, por mim e por vós.
“Desinteresse, s. m. Desapego, Abnegação”
O desinteresse voltou a imperar na minha mente. Perdeu-se o efeito de novidade, as esperanças desvanecem, os olhares não se cruzam, os sorrisos desapareceram, as suposições esfumam-se com o tempo. Tudo isto me parece repetitivo, já o faço há muito tempo, e por muitas vezes. Acaba sempre do mesmo modo, começo a fraquejar. Teima em não mudar, não sei o que fazer. O desinteresse apodera-se de mim. E está em mim quando me olham, e pensam em me “escolher”. Perco as forças, não consigo lutar mais…já lá vai muito tempo…já não consigo afigurar.

