Cavalo digo te o mesmo que me disses-te a mim não te agarres a uma mão, não procures apenas uma mão, olha em teu redor e vê quantos ta estendem e estão la para ti...Eu estarei sempre nos bons nos maus momentos, sempre pronto pa dizer uma animalidade que nos faça sorrir e cagar para os infortúnios da vida...aquele abraço
At 10:21 p.m., Unknown
Já há muito tempo que não visitava a blogosfera e isso inclui o meu próprio Submundo e o Covil. Venho aqui quase quatro meses após este texto para te incentivar a continuares no Covil. Escreve, escreve, escreve e continua a escrever. Só assim conseguirás lidar com uma consciência que pesa demasiado. Verás que só as noites de embriaguez não chegam para afastar os fantasmas que te perseguem. É preciso preencher o vazio que por vezes todos nós sentimos sem que compreendamos a sua origem. Divulga o Covil, faz este espaço renascer! É um desejo da minha parte.
Abraço